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The Journaling of Compton 679

africaeel8's blog

Como Estudar A 100 Dias Da Primeira Fase Da Fuvest

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É feriadão e tem de um tudo na programação. Tem curso, peça, livro e muita canção. Tem sarau, festival de teatro e blocos fazendo arrastão. Tem folia ocupando as ruas mesmo contra a indicação. É a poesia desafiando a proibição. Tem Zé Celso e Caetano, ativos contra a opressão. É finados e eu relembro queridos amigos, todos vivos no meu coração. Seu amor e indignação, por Pontifícia Escola Católica De São Paulo , ainda estão.


Doce & barbaramente, a toda a hora estarão. ‘Ribanceira‘ entra em segunda temporada. Em Limbo Regulatório, Mosquito Transgênico Avança No Brasil reestreia acontece nesta quinta-feira (visualizar ficha abaixo). “Ribanceira” é um texto inspirado na observação de uma realidade vivida por muitas famílias no Brasil e em outros países. 20. No Espaço Cia da Revista, à alameda Nothmann, 1135 (entre as estações de metrô Santa Cecília e Marechal Deodoro). Rica Soares é um cantor e compositor superinspirado.


Este roqueiro gaúcho, Lembrando Que Muitos Na Nossa Turma , logo se enturmou com os compositores do Clube Caiubi e começou a participar dos saraus e dos grupos musicais que foram se formando por lá. Em 2001, ganhou o festival da Globo com a canção ‘Tudo bem, meu bem’ (tendo na guitarra o extenso Luis Sergio Carlini).


A emissora lhe prometeu a gravação de um cd, mas não cumpriu. O Rica determinou às favas e seguiu em frente, compondo e publicando tuas canções pela net. Tem parcerias com Zé Rodrix, Barbara Rodrix, Tavito e com incalculáveis caras talentosos do Caiubi. Comentei com amigos que ele andava meio sumido ultimamente.


Contudo o motivo é este neste local: uma seleção de 11 rocks e baladas que ele reuniu no cd ‘O Pleonasmo Redundante‘ (muito em breve nas plataformas digitais). Além de amplo artista, o Rica é uma figuraça. Escrevi esse texto a respeito ele: “Rica é rock, menino. Nosso rock Soares, baby. Bebeu do Bel e do Bob. Ricardo é mais um bardo a bordo do BRock. Um gaúcho do heavy da breja da paella que verseja à pampa nas rave de Sampa. Construído em seu metafórico cavalo alucinado peleja na selva concreta. Voa vocifera navega interpreta. Vela aberta ao minuano dos eventos e desaventos, é Seixas pela veia e poesia na seiva.


  • Qual principal rio da África

  • Assuntos de redação e equipamentos baseados em provas anteriores , auxiliando no treino

  • sete Philip Schlesinger

  • Não desista na primeira reprovação (nem pela segunda)

  • Consuma conteúdos extras

  • três - Como estudar cada matéria



  • É invento. Sua seita anti-secreta dispensa a crença não aceita mixaria não suporta condescendência. Tua letra é reta não desvia a pontaria da ferida. Consciência limpa, troca ideia à toa, de sensacional: sempre caminha pela companhia da filosofia. Rica é rima lírica lira rica de sentido. É canto escarrado pela cara do desavisado estilingada na orelha caratê pela telha. Não tem lengalenga. Rica polemiza, implica.


    ‘Tudo bem meu bem’ uma pica! Torra a casa a coisa o cascalho, toma um porre com a agonia, em razão de arte oferece serviço. Preguiçoso é o caralho! Rica transpira aspira o pó das estrelas das questões das bermas da loucura. Busca a cura na música. No som que sacode e implode a opressão. No verso que não podes. Agride transgride incomoda. Caga com o intuito de moda. Rica modifica. Se toque se troque se liga na dica: ouça esses rocks do Rica”.


    O Teatro da Rotina é um espaço alternativo excelente onde a gente vê shows e peças como se estivesse pela sala de residência. Conforme anunciei na semana passada, durante todo o mês de novembro tem programação especial de aniversário (acesse os filmes e clique nos nomes). Ontem, dia 1, teve show do cantor e performer Wander B. Nesta quinta-feira, dia 2, é a vez de Mutum, espetáculo poético-musical de Jairo Pereira, da banda Aláfia. Dia 3, sexta, tem a banda Grená (de Uirá Ozzetti) e no sábado, dia 4, tem show da dupla Versos Que Compomos Pela Avenida (construída por Lívia Humaire e Markus Thomas).


    Ante a ditadura eu, guria, agora ouvia dizerem: um nação que impede seus adolescentes de participar da existência política não tem futuro. O mundo vivia a efervescência dos prolíficos anos 60, porém no Brasil, uma ditadura tolhia sonhos. E perante seu chumbo opressor, uma criação se perdeu e não frutificou.

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